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CCB-Angola realiza a segunda edição do festival FESTLAB

Escritores, estudantes acadêmicos, autoridades e profissionais de vários países de língua portuguesa participaram, entre 15 e 18 de maio de 2018, da segunda edição do Festival Literário Luso-Afro-Brasileiro (FESTLAB), no Centro Cultural Brasil-Angola (CCBA). Considerado um dos mais importantes eventos literários de Luanda, o evento propôs reflexão sobre temas atuais, como a democratização do acesso ao livro, a necessidade de cultivar jovens leitores e a influência da revolução digital na leitura. Ao longo de quatro dias, o festival apresentou cinco painéis de debate.

No primeiro dia, A mediação do processo de leitura foi o tema tratado pelos debatedores Mirna Queiroz, jornalista e diretora da revista "Pessoa", Antônio Fonseca, escritor e fundador da Academia Angolana de Letras, e Domingas Monte, professora de língua e literatura africana. No segundo dia de evento, no painel "Literatura Infantil", moderado pela diretora do Centro Cultural Português – Instituo Camões, Teresa Mateus, abordaram os elementos lúdicos da literatura infanto-juvenil o professor angolano Hélder Simbad e os brasileiros, Marta Morais e Felipe Fortuna. Na sequência, o painel "O livro como ferramenta dialógica intergeracional", contou com as mediações de José Luís Mendonça, editor do jornal angolano "Cultura", do poeta Lopito Feijóo e da jornalista brasileira e curadora da Feira Literária Internacional de Paraty (FLIP), Josélia Aguiar. O debate sobre os impactos tecnológicos na leitura tomou o terceiro dia do festival, com participação dos escritores Mbate Pedro, Orlando Piedade e Felipe Fortuna. Num diálogo entre Flavia Amparo, professora de literatura brasileira, Abraão Vicente, Ministro da Cultura de Cabo Verde, Ondjaki, cronista e poeta angolano, e Maria João Cantinho, diretora da revista "Caliban", o último painel, "Literatura e aproximação dos povos", refletiu a interdependência entre a literatura e o desenvolvimento social.

 Com o apoio da Embaixada do Brasil no país, o FESTLAB foi dirigido por Nídia Klein, diretora do CCBA, tendo curadoria de José Luís Mendonça, escritor e jornalista angolano. O festival ainda contou com cobertura jornalística (televisiva escrita e virtual), estimando público de aproximadamente 800 participantes.

 

 

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