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'Jornadas Brasileiras', em Santiago, debatem memória e meios visuais na língua portuguesa

O Centro Cultural Brasil-Chile (CCBRACH) realizou este ano mais uma edição exitosa das "Jornadas Brasileiras" e das "Jornadas de Culturas de Língua Portuguesa no Mundo".

O evento, destinado à apresentação e discussão da cultura brasileira e da lusofonia em suas mais diversas manifestações, é organizado desde 2006 pelo CCBRACH em parceria com quatro instituições acadêmicas: o Centro de Estudos Culturais Latino-Americanos (CECLA), o Departamento de Literatura da Universidade do Chile, o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Santiago do Chile e a Universidade Alberto Hurtado (estes dois últimos, desde 2014 e 2015, respectivamente).

Em sua décima edição, as "Jornadas Brasileiras" tiveram como tema ''Memórias e meios visuais presentes nas culturas de língua portuguesa'' e contaram com abertura e palestra da recém-empossada Diretora da Cineteca Nacional do Chile, Mónica Villarroel, que discorreu sobre o tema "Cidade, modernidade e exclusão no cinema brasileiro atual".

A programação contou, ainda, com mesas temáticas, que agruparam apresentações acadêmicas sob três tópicos: "Figurações femininas e linguagem visual ", "Trabalho de memória e subalternidade" e "Cinema e imaginários transatlânticos".

Entre as apresentações, houve  exposições sobre "Literatura, estética e políticas da memória", "Modulações musicais e literatura" e "Textualidades e arquivos de memória". Os pesquisadores acadêmicos que discorreram sobre seus trabalhos no evento eram provenientes de diversas universidades de todo o Chile, bem como do Brasil, de Portugal e da Argentina.

As atividades das X "Jornadas Brasileiras" e VII "Jornadas de Culturas de Língua Portuguesa no Mundo" foram distribuídas entre as três universidades participantes, tendo como sede a Faculdade de Filosofia e Humanidades da Universidade de Chile e o Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Santiago de Chile.

Na Universidade Alberto Hurtado, houve exibição, ainda, do longa-metragem brasileiro "Atlântico Negro - na Rota dos Orixás", seguida de uma conversa com o diretor do filme, Renato Barbieri, e de vinho de honra, com o qual se encerraram as Jornadas.

 

 

O professor Horst Nitschack, do Centro de Estudos Culturais Latino-Americanos

 

 


 

 

 

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