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MPB em festival de cinema no CCBAS

 

O Cbras - Brazil-South Africa Cultural Centre gostaria de convidá-lo/a para participar do festival de cinema da Música Popular Brasileira (MPB). Os filmes são relacionados a alguns músicos que contribuíram para a história da música brasileira.
 
MPB

Veja a programação abaixo.
 

MPB film festival
CCBAS would like to invite you to join the MPB film festival related to some musicians who have contributed to the history of Brazilian music.
O CCBAS gostaria de convidá-lo/a para participar do festival de cinema da Música Popular Brasileira (MPB). Os filmes são relacionados a alguns músicos que contribuíram para a história da música brasileira. Venha assistir conosco!

11th October / 11 de outubro – Gonzaga – De Pai para Filho (2012)
18th October / 18 de outubro - Paulinho da Viola – Meu tempo é hoje (2003)
25th October / 25 de outubro – Simonal – Ninguém sabe o duro que dei (2009)
1st November / 1º de novembro – Uma noite em 67 (2010)

Gonzaga – De Pai para Filho (2012)
Luiz Gonzaga decide mudar seu destino e sai de casa jovem para a cidade grande para apagar uma tristeza amorosa. Ao chegar conhece uma mulher chamada Odaleia (Nanda Costa), por quem se apaixona. Após o nascimento do filho e complicações de saúde da esposa, ele decide voltar para a estrada para garantir os estudos e um futuro melhor para o herdeiro. Ele tem um amigo no Rio de Janeiro e com ele deixa o pequeno, e sai pelo Brasil afora.
Só não imaginava que essa distância entre eles faria crescer uma complicada relação, potencializada pelas personalidades fortes de ambos. Baseada em conversas realizadas entre pai e filho, essa é a historia de Luiz Gonzaga, um cantor e sanfoneiro, conhecido como Rei do Baião ou Gonzagão. Já seu filho Gonzaguinha, é com esse nome que ficou conhecido.

Paulinho da Viola – Meu tempo é hoje (2003)
Este documentário dirigido por Izabel Jaguaribe é um perfil afetivo do cantor, instrumentista e compositor.
O filme mostra seus mestres e amigos, suas influências musicais e percorre sua rotina discreta e muito peculiar, em suas atividades e hábitos desconhecidos do grande público. Mas a grande revelação vem das reflexões do músico sobre um único tema: o tempo. Em vários versos ele canta: "Só o tempo ajuda a gente a viver"; "Amor, repare o tempo enquanto eu faço um samba triste pra cantar"...
Há ainda encontros musicais memoráveis com Marina Lima, Elton Medeiros, Zeca Pagodinho, Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela.

Simonal – Ninguém sabe o duro que dei (2009)
O filme acompanha a carreira e a vida do cantor Wilson Simonal. No final dos anos 50, Simonal era um dos mais "quentes" do cenário musical brasileiro. Negro e de origem pobre, conquistou o público na época não somente por sua bela voz, mas principalmente carisma e talento para lidar com o público. Com o golpe militar de 1964, Simonal tornou-se vítima da má sorte, aliada a erros em sua vida pessoal, com um toque de interesses cruzados. Por isso, experimentou um período de ostracismo na carreira artística, retomada de uma forma decadente por volta de 2000, pouco tempo antes de sua morte e muitos após o auge de sua carreira.

Uma noite em 67 (2010)
Final do III Festival da Música Popular Brasileira da TV Record, em 21 de outubro de 1967. Entre os candidatos que disputavam os principais prêmios figuravam Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil com Os Mutantes, Roberto Carlos, Edu Lobo e Sérgio Ricardo, protagonista da célebre quebra da viola no palco e lançado para a plateia, depois das vaias para “Beto Bom de Bola”. Com imagens de arquivo e apresentações de músicas como “Roda Viva”, “Alegria Alegria”, “Domingo no Parque” e “Ponteio”, o filme registra o momento do tropicalismo, os rachas artísticos e políticos na época da ditadura e a consagração de nomes que se tornaram ídolos até hoje no cenário musical brasileiro.
 
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