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Em 2016, a Rede Brasil Cultural promoveu a 4ª edição do concurso de redação aberto a alunos de todos os 24 Centros Culturais e 5 Núcleos de Estudos Brasileiros no exterior. Cada unidade participante escolheu um vencedor local, que recebeu uma premiação. Na segunda fase do concurso, os melhores textos concorreram entre si. Foram então, escolhidos quatro vencedores, um deles oriundo de país de língua oficial portuguesa. Os participantes tinham de escrever um texto inspirados no tema "Diversidade e unidade da língua portuguesa". Susanna Ribeca, aluna do Centro Cultural Brasileiro em Roma, autora do texto "Dialogo entre estátuas", em formato de peça teatral, chamou atenção por sua divertida originalidade. A aluna Emely Lizandra Fernandes Tavares, do Centro Cultural Brasil - Cabo Verde, por sua vez, impressionou o júri com seu conhecimento e criatividade na redação "O Viajante Camaleão". O Centro de

Foi realizada, na Universidade de Copenhague, no dia 29 de setembro de 2016, uma mesa lusófona no âmbito da 4ª edição do "Festival de Literatura de Copenhague". O professor alemão Georg Wink, o qual leciona disciplina de estudos brasileiros na Universidade de Copenhague , discorreu sobre a curiosa obra do escritor brasileiro radicado na Alemanha que utiliza o pseudônimo Zé do Rock. A maior parte da sua obra, publicada em língua alemã e portuguesa, consiste em crônicas sobre suas viagens por diferentes cidades do mundo, utilizando linguagem baseada em variantes faladas do português brasileiro e do alemão, em tom predominantemente humorístico. Em seguida, o estudante brasileiro Lucas Oliveira falou sobre a chamada "literatura marginal", produção literária típica das periferias de grandes cidades brasileiras, que é tema de sua tese de doutorado na Universidade de São Paulo. Também participou o poeta

Foi realizado, em Lisboa, no dia 28 de setembro de 2016, na Fundação José Saramago, um colóquio sobre a obra da escritora Lygia Fagundes Telles. Na plateia, dezenas de professores, pesquisadores e estudantes universitários de língua portuguesa. A programação iniciou-se com a conferência "Durante aquele estranho baile: Lygia Fagundes Telles em relevo", que focou nos anos formativos da autora e sua consolidação no meio literário. Seguiu-se uma mesa redonda focada na análise acadêmica das obras da autora, em que três estudiosos abordaram, respectivamente, seus romances, seus contos e o aspecto memorialista que permeia sua obra. Uma mesa redonda congregou autores de língua portuguesa que apresentaram testemunhos sobre como entraram em contato com a obra da escritora e como esta influenciou sua percepção do ofício literário. Por fim, houve debate com intensa participação do público, em que se abordou, em especial,

Com o tíutlo "Brasilia" (Brasil em finlandês) o primeiro livro em língua local, escrito por autores finlandeses, retrata temas políticos, históricos e sociais do Brasil. Escrito pela jornalista do periódico "Helsingin Sanomat" Maria Manner, e pelo Professor Teivo Teivainen, Diretor do Departamento de Ciência Política da Universidade de Helsinque, a obra foi lançada na capital finlandesa, em maio de 2016. A jornalista Maria Manner foi a primeira correspondente internacional a ser enviada ao Brasil, onde morou por cerca de dois anos. O professor Teivo Teivainen, por sua vez, trabalhou como professor convidado do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), além de ter ministrado diversas palestras em universidades do Brasil durante 13 anos. Durante a cerimônia de lançamento do livro, o Embaixador do Brasil na Finlândia discorreu sobre a importância da criação

A Embaixada do Brasil em Paris acolheu, no dia 12 de abril, a segunda edição do "Curso de formação em Português Língua Estrangeira (PLE)", uma iniciativa da leitora brasileira, professora Tatiana Matzenbacher, que teve por objetivo não apenas atualizar a formação dos professores, mas também constituir um espaço de discussão sobre o exercício da profissão na capital francesa e naquele país. Participaram aproximadamente 30 pessoas, em aulas ministradas durante 10 encontros semanais de três horas. O público era composto majoritariamente por brasileiros, mas houve também estrangeiros (franceses e angolanos com proficiência comprovada no CELPE-BRAS em nível avançado superior). A iniciativa tem-se revelado frutífera pelos contatos mantidos entre os participantes e também pelas discussões desenvolvidas no "Núcleo de Estudos de Metodologia de PLE" – espaço que tem por objetivo divulgar informações aos professores de PLE e planejar iniciativas na área, entre