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O filme acompanha os conflitos de Teté e sua amizade com Héctor. O curta-metragem arrebatou a crítica brasileira e ganhou prêmios em nove festivais no país, entre eles o de Melhor Filme no Festival de Brasília.

 

 

 

O curta-metragem "Malária" mistura técnicas de origami, kirigami, ilustração nanquim e quadrinhos para retratar a história de um mercenário contratado para matar a morte! Com desenhos incríveis e uma narrativa intensa, o filme foi destaque no festival Anima Mundi.

 

 

 

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O filme arrebatou a crítica e foi premiado em cinco festivais internacionais, entre 2005 e 2007.

A história acompanha os sonhos de Maré, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações.

Em sala de aula, este curta-metragem pode estimular debates sobre a diversidade cultural

 

 

 

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Este curta-metragem recebeu seis prestigiosos prêmios no Brasil e no Japão.

Em tela, Júnior – o caçula de uma família de minhocas – tenta conseguir de seu pai, mãe e avô resposta para uma questão que o intriga: por que é proibido cavar para cima?

 

 

Pela janela do seu quarto, Ronaldinho vê maravilhado as aventuras do filho do vizinho, um menino que é chamado de várias formas pela vizinhança enlouquecida com as coisas que ele faz. Finalmente, ele se lembra qual é o melhor nome para chamá-lo.

Este filme permite falar de inclusão, diversidade e amizade. Antes da sessão, não conte muito aos alunos sobre o curta. Deixe que assistam com seus olhos e percepções. Ao final, faça com que tragam suas impressões livremente, sem pressa em falar da situação de cadeirante de Ronaldinho ou dos sentimentos que provoca. Aproxime o curta da vivência dos alunos, perguntando como acontece nas suas casas. Conhecem os vizinhos, com quem brincam, a quem chamam de amigo? (Comentário extraído do portal Cine-Educação: cineedu.com.br)